Na recta final da campanha para as Eleições Legislativas, a candidatura do CDS-PP “Dar Tudo pelo Distrito de Braga”, encabeçada por Telmo Correia, esteve esta quinta-feira, 24 de Setembro, no concelho da Póvoa de Lanhoso e dedicou o dia à economia e à agricultura.
O candidato democrata-cristão, acompanhado por Altino Bessa, o número dois da lista distrital, e por Nuno Melo, eurodeputado e mandatário da candidatura, visitou a empresa de confecções Pocarfil onde, lembrando que o CDS-PP está preocupado com a economia das empresas, afirmou que é preciso evitar o aumento dos impostos e as nacionalizações. “As nacionalizações [propostas pelo BE e pela CDU] não são uma política boa para a economia; são uma coisa perigosa para o contribuinte, até porque um governo que começasse a nacionalizar a torto e a direito ia gerar desconfiança a quem quer investir”, sustentou.
Telmo Correia alertou para o perigo de crescimento nestas eleições do BE e da CDU, sustentando que os dois partidos “querem nacionalizar a economia toda”. Por isso, afirma, “é muito importante que nas eleições do próximo domingo o CDS-PP seja a terceira força política, à frente do BE e da CDU”.
A jornada de campanha da candidatura distrital do CDS-PP na Póvoa de Lanhoso, que começou com uma visita à feira semanal, contemplou ainda uma deslocação ao Infantário de Santo Emilião e à Quinta Villa Beatriz. Aqui os candidatos participaram numa vindima e ouviram dos viticultores os principais problemas que o sector atravessa e que levam muitos a abandonar a vinha.
A política agrícola, lembrou Telmo Correia, foi um dos sectores mais desastrosos da governação socialista, com consequências muito graves no distrito de Braga. “Durante quatro anos e meio desperdiçaram-se fundos comunitários, hostilizaram-se os agricultores e fomentou-se o abandono do mundo rural”.
Nesse sentido, para o cabeça-de-lista do CDS-PP, “é preciso inverter esta política” para que seja possível defender os produtos portugueses e a agricultura, diminuindo a nossa dependência alimentar, garantir o pagamento das dívidas do Estado aos agricultores e pôr o PRODER a funcionar, desburocratizando-o e simplificando as candidaturas.
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