
Telmo Correia em Guimarães e Cabeceiras de Basto
Na continuidade dos encontros com as várias entidades no distrito, Telmo Correia e Altino Bessa visitaram o Concelho de Guimarães e Cabeceiras de Basto.
Pela manha foi realizada uma reunião de trabalho com a Associação Comercial e Industrial de Guimarães, sendo essa reunião presidida pelo presidente da instituição e por demais directores. Esta reunião permitiu obter um conhecimento actual da situação no vale do Ave e em particular no concelho de Guimarães, onde o desemprego já ultrapassou os dois dígitos. Esta é uma região onde 73% da população activa só tem menos que o 6º ano para uma média nacional de 23%. Esta falta de qualificações torna ainda mais difícil a transferência de mão-de-obra para outro tipo de indústria ou serviços que não seja o sector têxtil.
No que concerne ao comércio a maior preocupação é o desaparecimento do comércio tradicional onde as dificuldades são mais sentidas no centro da cidade. A falta de estacionamento no centro da cidade colmatado com a abertura de grandes superfícies nas entradas da cidade, leva a que muitos dos habituais clientes não procurem o comércio tradicional, que é quem permitiu preservar o centro histórico e dá vida a esta zona central da cidade.
Relativamente a estas questões o candidato do CDS-PP, referiu o Turismos e a oportunidade da Capital Europeia da Cultura, como uma etapa que é preciso aproveitar, Guimarães tem todas as condições para desenvolver um turismo de qualidade e onde o comércio tradicional tem um especial relevo, pois é ele que permite dar vida a muitas das zonas da cidade.
Relembrou também que no que diz respeito á crise social que se vive no concelho, o Grupo Parlamentar do CDS-PP pela mão de Nuno Melo apresentou várias vezes propostas na Assembleia da Republica de apoio às pequenas e médias empresas da região, apelando á solidariedade nacional numa altura que esta zona mais precisa de apoios.
A tarde foi reservada para o Concelho de Cabeceiras de Basto, onde a comitiva do CDS-PP integrando o seu presidente concelhio Feliciano Macedo, debateram ideias com a Cooperativa Agrícola de Cabeceiras. Sendo Cabeceiras de Basto uma zona de agricultura de minifúndio, com pequenas parcelas, a sua rentabilidade é reduzida. O Vinho Verde que vai tendo escoamento de produção, é o principal produto agrícola do concelho. Em termos de criação de bovinos as raças Barrosã, Baronesa e Minhota são as que maior expressão tem e que conseguem fazer aproveitamento das pequenas áreas de minifúndio que não dão para produção em grande escala, logo não permite a rentabilidade.No encontro com a Associação de Desenvolvimento Técnico-profissional das Terras de Basto, sedeada em Cabeceiras de Basto, mas que tem uma componente regional de toda a zona de Basto como Celorico e Mondim, a questão mais debatida foi a formação profissional e a necessidade de uma aposta forte na formação dos activos, bem como um aproveitamento das potencialidades da floresta que é grande área da região. Mostraram-se insatisfeitos com o abandono a que a floresta tem sido votada. A conciliação do turismo da Natureza com o aproveitamento florestal desta grande área seria possível a criação de mais riqueza. Foram ainda afloradas as questões das barragens no rio Tâmega e dos prejuízos que a sua construção trará às populações e á diversidade de fauna e flora na zona da sua implementação.
Na continuidade dos encontros com as várias entidades no distrito, Telmo Correia e Altino Bessa visitaram o Concelho de Guimarães e Cabeceiras de Basto.
Pela manha foi realizada uma reunião de trabalho com a Associação Comercial e Industrial de Guimarães, sendo essa reunião presidida pelo presidente da instituição e por demais directores. Esta reunião permitiu obter um conhecimento actual da situação no vale do Ave e em particular no concelho de Guimarães, onde o desemprego já ultrapassou os dois dígitos. Esta é uma região onde 73% da população activa só tem menos que o 6º ano para uma média nacional de 23%. Esta falta de qualificações torna ainda mais difícil a transferência de mão-de-obra para outro tipo de indústria ou serviços que não seja o sector têxtil.
No que concerne ao comércio a maior preocupação é o desaparecimento do comércio tradicional onde as dificuldades são mais sentidas no centro da cidade. A falta de estacionamento no centro da cidade colmatado com a abertura de grandes superfícies nas entradas da cidade, leva a que muitos dos habituais clientes não procurem o comércio tradicional, que é quem permitiu preservar o centro histórico e dá vida a esta zona central da cidade.
Relativamente a estas questões o candidato do CDS-PP, referiu o Turismos e a oportunidade da Capital Europeia da Cultura, como uma etapa que é preciso aproveitar, Guimarães tem todas as condições para desenvolver um turismo de qualidade e onde o comércio tradicional tem um especial relevo, pois é ele que permite dar vida a muitas das zonas da cidade.
Relembrou também que no que diz respeito á crise social que se vive no concelho, o Grupo Parlamentar do CDS-PP pela mão de Nuno Melo apresentou várias vezes propostas na Assembleia da Republica de apoio às pequenas e médias empresas da região, apelando á solidariedade nacional numa altura que esta zona mais precisa de apoios.
A tarde foi reservada para o Concelho de Cabeceiras de Basto, onde a comitiva do CDS-PP integrando o seu presidente concelhio Feliciano Macedo, debateram ideias com a Cooperativa Agrícola de Cabeceiras. Sendo Cabeceiras de Basto uma zona de agricultura de minifúndio, com pequenas parcelas, a sua rentabilidade é reduzida. O Vinho Verde que vai tendo escoamento de produção, é o principal produto agrícola do concelho. Em termos de criação de bovinos as raças Barrosã, Baronesa e Minhota são as que maior expressão tem e que conseguem fazer aproveitamento das pequenas áreas de minifúndio que não dão para produção em grande escala, logo não permite a rentabilidade.No encontro com a Associação de Desenvolvimento Técnico-profissional das Terras de Basto, sedeada em Cabeceiras de Basto, mas que tem uma componente regional de toda a zona de Basto como Celorico e Mondim, a questão mais debatida foi a formação profissional e a necessidade de uma aposta forte na formação dos activos, bem como um aproveitamento das potencialidades da floresta que é grande área da região. Mostraram-se insatisfeitos com o abandono a que a floresta tem sido votada. A conciliação do turismo da Natureza com o aproveitamento florestal desta grande área seria possível a criação de mais riqueza. Foram ainda afloradas as questões das barragens no rio Tâmega e dos prejuízos que a sua construção trará às populações e á diversidade de fauna e flora na zona da sua implementação.

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