
- Telmo Correia ouviu e partilhou das preocupações da ACIG sobre futuro do comércio tradicional
“Um dos erros estratégicos do nosso país foi o licenciamento de grandes superfícies e os centros comerciais”. Esta foi a convicção do dirigente do CDS/PP, Telmo Correia, deixada na Associação Comercial e Industrial de Guimarães (ACIG) na última terça-feira. Para o cabeça de lista pelo distrito de Braga às Legislativas de 27 de Setembro, o país “tem condições climatéricas para as pessoas andarem na rua”. Salvaguardando que esta opinião é pessoal, não oficialmente do partido que representa, o candidato assumiu mesmo que “politicamente as opiniões dividem-se”, admitindo que também no seu partido há quem seja a favor das grandes superfícies. Contudo, Telmo Correia sublinhou que o comodismo que as grandes superfícies oferecem ao nível do estacionamento são o principal factor porque há quem defenda estes espaços comerciais.Seja como for o dirigente Popular não tem dúvidas: “exageramos no número de construção deste tipo de superfícies”, o que “constitui um erro no modelo estratégico do desenvolvimento das cidades”, considerou.Neste contexto, e falando já da realidade local, partilhou da opinião dos responsáveis da ACIG que defendem a construção de parques de estacionamento no centro da cidade como forma de cativar as pessoas a procurarem o comércio local.
“Um dos erros estratégicos do nosso país foi o licenciamento de grandes superfícies e os centros comerciais”. Esta foi a convicção do dirigente do CDS/PP, Telmo Correia, deixada na Associação Comercial e Industrial de Guimarães (ACIG) na última terça-feira. Para o cabeça de lista pelo distrito de Braga às Legislativas de 27 de Setembro, o país “tem condições climatéricas para as pessoas andarem na rua”. Salvaguardando que esta opinião é pessoal, não oficialmente do partido que representa, o candidato assumiu mesmo que “politicamente as opiniões dividem-se”, admitindo que também no seu partido há quem seja a favor das grandes superfícies. Contudo, Telmo Correia sublinhou que o comodismo que as grandes superfícies oferecem ao nível do estacionamento são o principal factor porque há quem defenda estes espaços comerciais.Seja como for o dirigente Popular não tem dúvidas: “exageramos no número de construção deste tipo de superfícies”, o que “constitui um erro no modelo estratégico do desenvolvimento das cidades”, considerou.Neste contexto, e falando já da realidade local, partilhou da opinião dos responsáveis da ACIG que defendem a construção de parques de estacionamento no centro da cidade como forma de cativar as pessoas a procurarem o comércio local.
Autor: Teresa Ferreira
in Notícias de Guimarães

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